A menina que escrevia cartas
Uma carta sobre palavras vivas e sonhos que insistem em florescer
Uma carta sobre palavras vivas e sonhos que insistem em florescer
Uma história sobre o que permanece quando tudo muda
A advogada que aprendeu a se defender Uma carta sobre meus 14 anos de profissão, o peso da “mansidão” mal compreendida e o dia em que decidi, finalmente, defender a minha mais importante cliente
Uma carta de encerramento de 2025 sobre presença, coragem e propósito. Em uma narrativa sensível e verdadeira, Luana Sampaio reflete sobre conquistas, renascimento, escrita e vínculos, mostrando que a verdadeira realização nasce do amor vivido no cotidiano, da fidelidade à própria missão e da capacidade de transformar palavras em cuidado, sentido e pertencimento.
Momento de presença, amor e de lembrar do que importa de verdade
Uma história sobre nossas raízes, sobre crescer juntos e sobre as cores que pulsam na alma e fazem o coração florescer.
Uma carta sobre amor, infância, saudade e as pessoas do coração que seguem conosco, mesmo do lado de lá.
Uma reflexão honesta de uma mãe sobre culpa, cansaço, imprevistos e o amor que renova, mesmo quando o mundo espera que a gente siga como se nada tivesse acontecido.
Era uma ideia maluca. Daquelas que assustam muita gente, mas não a mim. Fazer um evento grande, em tão pouco tempo, trazendo autoridades, estruturando aquilo tudo do zero… Para a maior parte das pessoas, era sinônimo de risco. Risco à reputação. Risco de dar errado. Risco de se expor. Para mim, não. Para mim, aquilo era natural. Era o tipo de ousadia que sempre fez parte da minha vida. E que, na verdade, eu adoro!
Sexta-feira de muito vento, e eu ali, disciplinada, preparava os pesos do leg press. Enquanto colocava as nove anilhas pretas, completando meus 180 quilos, me veio à mente uma amiga que, outro dia, perguntou: “Luana, como você consegue carregar tanto peso? Eu não consigo. É impossível pra mim.” Enquanto ajustava a máquina, nutria a mente com um audiobook sobre dinheiro e prosperidade. Caiu a ficha! Falei sozinha: Eureka! Isso não é sobre músculo.
Lu, você tem certeza que você quer essa? Tenho irmã. Não sei explicar, mas algo dessa pedra me lembra a mim mesma...
Quando estacionamos o carro em casa, a imagem de tudo o que passei veio como um filme. O elevador da vida subiu e desabou comigo tantas vezes, em tão pouco tempo...